Extintores de incêndio são aparelhos de primeiros socorros para extinção de princípios de incêndio, sendo constituídos de um recipiente metálico dentro do qual é colocado um agente extintor. A pressurização pode ser permanente, ou injetada, a partir de outro recipiente com o gás propelente, via de regra gás carbônico ou nitrogênio. Extintores mais antigos tinham a pressão gerada a partir de reações químicas internas, por inversão do corpo do cilindro principal, que misturava duas soluções, uma básica ou alcalina e outra ácida, resultando na reação gás carbônico que projetava o agente extintor, água, água com agente umectante ou espuma química para o fogo, com limitado alcance de até dez metros de distância. Atualmente, existem extintores sobre rodas, que possuem grande capacidade extintora, e protegem o operador em razão da distância que projetam o agente extintor, diminuindo o risco de exposição do brigadista à fumaça quente e tóxica e ao calor radiante.

Gildo Baroli cita que, em 24 de setembro de 1876, em Bruxelas, o engenheiro espanhol M. Bañolas apresenta um novo tipo de extintor, com característica do soda-ácido, um cilindro principal que contém outro em seu interior, o primeiro com uma solução de Bicarbonato de Sódio, e no segundo uma mistura de ácidos. Relata ainda, que em 1877 um farmacêutico, de nome M. Quequer, propõe a modificação no tipo de ácido usado em extintores, e que James Paton, um escocês, mais ou menos na mesma época, apresenta outra sugestão.